A Porta da Amazônia. As rotas comerciais dos rios Madeira e Guaporé na segunda metade do século XVIII

Autores

  • Daniel J. Santamaría Facultad de Humanidades y Ciencias Sociales (FHyCS), Universidad Nacional de Jujuy (UNJu)

DOI:

https://doi.org/10.34096/mace.v2i0.13120

Palavras-chave:

Portão da Amazônia, circuitos comerciais, rios Madeira y Guapporé, século XVIII

Resumo

A descoberta de ouro em Cuiabá (1719) pelos portugueses impulsionaria o comércio mediterrâneo e a necessidade de proteger esse território. Ao longo do século XVIII, à medida que a riqueza dessa nova jazida aurífera era confirmada, a rota Amazônia-Madeira-Guaporé foi intensamente explorada, com o duplo objetivo dos bandeirantes: apoderar-se do gado espalhado pelas praias e cerrados e escravizar as numerosas etnias da bacia. Este artigo analisa a intensificação do comércio nessa região, levando em consideração tanto as estratégias de Luís de Albuquerque quanto o colapso da ordem missionária jesuíta em Moxos e Chiquitos.

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Publicado

1993-10-01

Edição

Seção

Artículos

Como Citar

A Porta da Amazônia. As rotas comerciais dos rios Madeira e Guaporé na segunda metade do século XVIII. (1993). Memoria Americana. Cuadernos De Etnohistoria, 2, 51-61. https://doi.org/10.34096/mace.v2i0.13120