Civilização clemente e status militar/turístico em "Uma Excursão aos Índios Ranqueles". Contribuição ao estudo da subalternização étnica dos ranquel

Autores

  • Axel Lazzari Instituto de Ciencias Antropológicas (ICA), Facultad de Filosofía y Letras (FFyL), Universidad de Buenos Aires (UBA)

DOI:

https://doi.org/10.34096/mace.v7i0.13181

Palavras-chave:

ranqueles, Mansilla, subalternização, etnização-nacionalização

Resumo

O livro "Uma Excursão aos Índios Ranquel" pode ser interpretado tanto como um precursor do indigenismo quanto como um gesto expiatório para a consciência culpada dos guerreiros da civilização. Aqui, defenderei um argumento complementar. Por meio da topicalização dos "índios argentinos" como identidade paradoxal, o obea nos permite pensar a emergência da etnização/nacionalização do povo Ranquel lado a lado com a mudança nos modos de subjetivação dos inimigos que acompanha o aumento das interdependências sociais de um Estado-nação forjado na guerra. Em seguida, apresentarei um estudo da estrutura simbólica da obra, com foco na relação entre o par "status/telos" implícito na noção de civilização clemente e o par "militar/turista". Dessa forma, podemos avançar algumas interpretações sobre a virtude performativa dessa estrutura simbólica em relação à subalternização do povo Ranquel.

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Publicado

1999-05-03

Edição

Seção

Artículos

Como Citar

Civilização clemente e status militar/turístico em "Uma Excursão aos Índios Ranqueles". Contribuição ao estudo da subalternização étnica dos ranquel. (1999). Memoria Americana. Cuadernos De Etnohistoria, 7, 91-116. https://doi.org/10.34096/mace.v7i0.13181