Desafio à isocronia do pêndulo. Sobre a teoria e a prática da Antropologia Histórica

Autores

  • Ana María Lorandi Sección Etnohistoria, Instituto de Ciencias Antropológicas (ICA) - Facultad de Filosofía y Letras (FFyL), Universidad de Buenos Aires (UBA)
  • Guillermo Wilde Sección Etnohistoria, ICA - FFyL, UBA

DOI:

https://doi.org/10.34096/mace.v9i0.13366

Palavras-chave:

antropologia histórica, teoria e prática, principais tendências, equilíbrio crítico

Resumo

O trabalho apresenta um histórico histórico sobre os debates metodológicos na Antropologia, na História e nas Ciências Sociais em geral, e sua vinculação com o desenvolvimento da Antropologia Histórica ou Etnohistória como disciplina específica e em relação às investigações realizadas em nosso próprio grupo. Isso foi tentado sequenciar as principais tendências, assim como as linhas de disputa ou as confluências que prevaleceram nas distintas disciplinas sociais em cada época e no grupo acadêmico. Com esses objetivos na mente, tentamos fazer um equilíbrio crítico dos principais princípios do pensamento nas Ciências Sociais, e ao mesmo tempo assinalamos os pontos nodales dos debates em torno da metodologia, das condições de prova e dos critérios de verdade, do papel do autor e sobre todo a falsa oposição entre objetividade e subjetividade.

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Publicado

2000-12-01

Edição

Seção

Artículos

Como Citar

Desafio à isocronia do pêndulo. Sobre a teoria e a prática da Antropologia Histórica. (2000). Memoria Americana. Cuadernos De Etnohistoria, 9, 37-78. https://doi.org/10.34096/mace.v9i0.13366