A incerteza como produção coletiva: ambigüidades em relação ao prognóstico em doenças terminais

Autores

  • Juan Pedro Alonso CONICET / Instituto de Investigaciones Gino Germani, UBA

DOI:

https://doi.org/10.34096/runa.v34i1.565

Palavras-chave:

Incerteza, Esperança, Final da Vida, Câncer, Cuidados Paliativos

Resumo

O artigo analisa a comunicação do prognóstico em doenças oncologias avançadas. A partir de uma abordagem etnográfica num serviço de cuidados paliativos na cidade de Buenos Aires, o trabalho aborda as incertezas em torno da comunicação do prognóstico de uma doença terminal, explorando o papel dos atores envolvidos na gestão da informação e as formas em que os prognósticos são estimados. A divisão do trabalho entre oncólogos e especialistas de cuidados paliativos, ethos profissionais na divulgação da informação e a maneira gradual em que os profissionais de cuidados paliativos comunicam a informação aos doentes, contribuem a produzir ambigüidades e incertezas sobre o prognóstico de uma doença terminal. Comumente atribuídas a repostas individuais frente a iminência da morte, a incerteza e a esperança em relação ao prognóstico são apresentados aqui como produtos sociais e em interação.

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Biografia do Autor

  • Juan Pedro Alonso, CONICET / Instituto de Investigaciones Gino Germani, UBA
    Doctor en Ciencias Sociales por la Universidad de Buenos Aires. Becario posdoctoral del CONICET, Instituto de Investigaciones Gino Germani

Publicado

2013-07-30

Edição

Seção

Espaço aberto - Artigos originais

Como Citar

A incerteza como produção coletiva: ambigüidades em relação ao prognóstico em doenças terminais. (2013). RUNA, Archivo Para Las Ciencias Del Hombre, 34(1), 113-132. https://doi.org/10.34096/runa.v34i1.565