Experiencias ajenas, recorridos compartidos: Boca de lobo de Sergio Chejfec
DOI:
https://doi.org/10.34096/zama.a9.n9.4054Palavras-chave:
Sergio Chejfec, literatura argentina, crítica literaria, século XX, cidade, classe operáriaResumo
O artigo rasteja os elementos e os mecanismos pelos quais Boca de lobo (2000), de Sergio Chejfec, faz com que convivam signos culturais fortemente conotados, especialmente os relacionados com o universo semântico do mundo proletário, com outros caraterizados pela ambigüidade e a suspensão do sujeito como conciência organizadora e reitora da representação. Procuro ler uma figuração do limite como experiência e como dispositivo narrativo na paisagem, nas personagens e nos objetos do romance para indagar como eles inquietam e subvertem os propósitos e os programas do relato.






