Exiting alternative care systems: approaches and distances between Argentina and Brazil

Authors

DOI:

https://doi.org/10.34096/cas.i62.15840

Keywords:

Care-Leavers, Alternative Care, Autonomy, Youth, Latin-American

Abstract

This study focuses on the process of exiting an alternative-care facility, a process that comprises the period prior to the departure, the departure itself, and the post-departure experience. Based on anthropological and ethnographic analysis, the article observes the approaches and differences identified in the institutional transition process of young people exiting care in the city of Porto Alegre, in Rio Grande do Sul (Brazil) and in the Autonomous Capital of Buenos Aires (Argentina). The comparison enables us to identify how, in relation to practices and meanings, the observed institutions construct ideas around the concepts of “independence and autonomy” of the young people in care, as well as their implications for the care-leavers ´preparation. By assessing the presence of these categories in normative guidelines, institutional and organizational practices, we focus on their ethical-political nature, encouraging a critical view of the structural conditions in which they take place.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biography

  • Suliane Cardoso, Pontificia Universidad Católica de Río Grande del Sur, Porto Alegre, Brasil.

    Suliane Cardoso es doctora en Ciencias Sociales por la Pontífica Universidad Católica de Rio Grande del Sur (Pucrs), Porto Alegre, Brasil. Pos-doctorada integrante de Anthera: red internacional de investigación sobre família y parentesco. Becaria del Consejo Nacional de Desarrollo Científico y Tecnológico (CNPq).

References

Argentina. Ley Nº 26061 de 28 de septiembre del 2005. Ley de Protección Integral de los Derechos de las Niñas, Niños y Adolescentes.
Argentina. Ley Nº 27364 del 22 de junio de 2017. Programa de Acompañamiento parael Egreso de Adolescentes y Jóvenes sin Cuidados Parentales.
Barna, A. Convención Internacional de los Derechos del Niño. Hacia un abordaje desacralizador. En KAIROS Revista de temas sociales. Año 16 N°29, Mayo de 2012
Borzese, D; Villalta, C. Más autonomía, más derechos: investigación sobremodalidades de acompañamiento de las transiciones de adolescentes y jóvenes delsistema de cuidados alternativos a la vida autónoma en América Latina. RedLatinoamericana de Egresados de Protección, Ciudad Autónoma de Buenos Aires, Doncel, 2020.
Brasil. Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Estatuto da Criança e do Adolescente.
Brasil, Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente e ConselhoNacional de Assistência Social [CONANDA/CNAS]. Orientações técnicas para osserviços de acolhimento para crianças. Brasília, 2009.
Cardarello, A. ´Trafic légal` d’enfants : la formationd’unmouvement de famillespauvrescontre les politiques de l’adoptionauBrésil. Tesis de Doctorado defendida enel Départementd'anthropologie de l'Université de Montréal, Québec, Canada. (2008)
Autor 1. “Com dezoito vai ter que sair”: a idade como único critériopara o desacolhimento institucional. Tese (Doutorado em Ciências Sociais) – PontifíciaUniversidade Católica do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2023.
Cassarino-Perez, L. (Org.). Minha vida fora dali: escuta de jovens egressos deserviços de acolhimento. Curitiba, PR: ECD, 2022.
Coimbra, C; Bocco, F; Nascimento, M. Subvertendo o conceito deadolescência. Arquivos Brasileiros de Psicologia, [s. l.], v. 57, n.1, p.2-11, 2005.
Cruz, F. (2014). Jovens em devir: invenção de novas possibilidades de vida para além da institucionalização. Florianópolis. Tese de doutorado em Antropologia Social, Universi-dade Federal de Santa Catarina.
Debert, G. A dissolução da vida adulta e a juventude como valor. Horizontesantropológicos, [s. l.], v. 16, n. 34, p. 49-70, 2010.
Donzelot, Jacques. La policía de las familias. Valencia: Pretextos. 1990.
Engel, C. Partilha e cuidado das demências: entre interaçõesmedicamentosas e rotinas. (Tese de doutorado). Programa de pós-graduação emAntropologia Social. Brasília, 2020.
Fietz, Helena Moura. Construindo futuros, provocando o presente: cuidado familiar,moradias assistidas e temporalidades na gestão cotidiana da deficiência intelectual noBrasil. (Tese de doutorado). Programa de pós-graduação em Antropologia Social.Porto Alegre, 2020.
Fonseca, C; Allebrandt, D; Ahlert, M. Pensando políticas para umarealidade que não deveria existir: “egressos” do sistema de abrigos. In.: FONSECA,Claudia; SCHUCH, Patrice. (Orgs.) Políticas de proteção à infância: um olharantropológico. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2009.
Licio, E; Pinheiro, M; Natalino, M; Rocha, E. Filhos“cuidados” pelo Estado: o que nos informa o relatório do IPEA sobre o reordenamentodos serviços de acolhimento de crianças e adolescentes, 2021.
Longhi, M. “Dependência, autonomia, cuidado e velhice: considerações sobo prisma das políticas públicas”. In: CASTRO, Rosana; ENGEL, Cíntia; MARTINS,Raysa (orgs.). Antropologias, saúde e contextos de crise. Brasília: Sobrescrita, 2018.
Mead, M. A adolescência em Samoa. In: CASTRO, Celso. (Org.). Cultura epersonalidade. Rio de Janeiro: Zahar, 2015.
Moraes, J (Org.) Vozes (in)escutadas e rompimento de vínculos:pesquisa sobre crianças e adolescentes em cuidados alternativos, egressos/as e riscode perda de cuidado parental no Brasil: relatório de pesquisa. Poá, SP: Instituto BemCuidar, 2023.
Padawer, A; Scarfó, G; Rubinstein, Ma; Visintín, M. Movimientossociales y educación: debates sobre la transicionalidad de la infancia y de la juventuden distintos contextos de socialización. 2018.
Rifiotis, Fernanda Cruz. “Egressos” de serviços de acolhimento institucional e políticaspúblicas: a “reversão figura-fundo”. Revista De Antropologia, [s. l.], v. 59, n. 3, 214-238, 2016.
Rifiotis, F. Jovens “egressas” de serviços de acolhimento: a virada nojogo das relações de parentesco. Anuário antropológico, p. 61-85, 2017.
Rifiotis, F. “Egressas” de Serviços de Acolhimento e a Invenção deNovas Possibilidades de Vida. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 2019.
Rockwell, E. Temporalidad y cotidianeidad en las culturas escolares. Cuadernosde antropología social, (47), 21-32. 2018.
Trancoso, A. Enéas Rocha; Oliveira, Adélia Augusta Souto. Produção Social,histórica e cultural do conceito de juventudes heterogêneas potencializa açõespolíticas. Psicologia e Sociedade, [s. l.], v. 1, n. 26, p.137-147, 2014.
Villalta, C. Antropología de las intervenciones estatales sobre la infancia, laadolescencia y la familia. Cuadernos De antropología Social, (53), 21-37, 2021.

Downloads

Published

2025-12-16

Issue

Section

Espacio Abierto - Artículos Originales

How to Cite

Exiting alternative care systems: approaches and distances between Argentina and Brazil. (2025). Cuadernos De antropología Social, 62, 7-25. https://doi.org/10.34096/cas.i62.15840