Jovens melhoradores. Crítica ao Estado, à política e à economia na geração pandêmica

Autores

  • Pablo Semán UNSAM/CONICET
  • Nicolás Welschinger UNLP

DOI:

https://doi.org/10.34096/cas.i58.13357

Palavras-chave:

Juventude, Pandemia, Estado, Empreendedores

Resumo

Este artigo analisa os efeitos da tripla fratura pandêmica nas subjetividades dos jovens dos setores populares. Ele sustenta que seus efeitos contribuíram para o surgimento de um temperamento juvenil crítico da política, da economia e do “estado do Estado” que nasce das experiências concretas que os sujeitos desenvolvem no seu quotidiano e que chamaremos de “melhorismo”. Ao mesmo tempo, nos questionamos sobre a capitalização política deste processo pelas forças de direita, particularmente na situação atual pela figura de Javier Milei, do partido La Libertad Avanza (LLA). Assim, por meio das análises de materiais qualitativos –grupos focais, entrevistas biográficas, observações participantes em eventos políticos e pesquisas de redes sociais–, investiga-se a estrutura juvenil que acolhe a interpelação do discurso libertário.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Biografia do Autor

  • Pablo Semán , UNSAM/CONICET

    Pablo Semán es sociólogo y antropólogo. Sus investigaciones se han centrado en las experiencias religiosas, musicales, literarias y políticas de los sectores populares. Entre sus libros cabe mencionar Bajo continuo: exploraciones descentradas sobre cultura popular y masiva, Religiosidad popular: creencias y vida cotidiana, así como Gestionar, mezclar, habitar: claves de los emprendimientos musicales independientes (en coautoría con Guadalupe Gallo),  y Vivir la fe: Entre el catolicismo y el pentecostalismo, la religiosidad de los sectores populares en la Argentina. Es investigador Principal del Conicet y Profesor del Instituto de Altos Estudios Sociales de la Universidad Nacional de San Martín (Unsam).

Publicado

2023-11-30

Como Citar

Jovens melhoradores. Crítica ao Estado, à política e à economia na geração pandêmica. (2023). Cuadernos De antropología Social, 58, 29-52. https://doi.org/10.34096/cas.i58.13357