A família telefónica. Sobre as relações de parentesco na política sindical

Autores

  • Sandra Wolanski Instituto de Ciencias Antropológicas, Universidad de Buenos Aires

DOI:

https://doi.org/10.34096/cas.i42.2303

Palavras-chave:

Sindicalismo, Ativismo, Parentesco, Família, Juventude

Resumo

Este artigo analisa as relações de parentesco como redes de relações fundamentais para o ativismo sindical por meio de um estudo etnográfico do sindicato telefônico da área metropolitana de Buenos Aires, Argentina. O ponto de partida é a família como base das iniciativas sindicais, para focar, em seguida, nos jovens ativistas do sindicato, investigando os modos pelos quais o parentesco permeia as suas práticas cotidianas de ativismo, estabelecendo formas de legitimidade, expectativas e obrigações entre eles. Procuramos contribuir com a discussão antropológica sobre a relação entre parentesco e política, mostrando como as relações de parentesco são uma engrenagem central na reprodução da organização sindical.

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Biografia do Autor

  • Sandra Wolanski, Instituto de Ciencias Antropológicas, Universidad de Buenos Aires
    Licenciada en Ciencias Antropológicas. Doctoranda de la Facultad de Filosofía y Letras, Universidad de Buenos Aires. Instituto de Ciencias Antropológicas, Universidad de Buenos Aires.

Publicado

2016-12-18

Edição

Seção

Espacio Abierto - Artículos Originales

Como Citar

A família telefónica. Sobre as relações de parentesco na política sindical. (2016). Cuadernos De antropología Social, 42, 91-107. https://doi.org/10.34096/cas.i42.2303